Relacionamento é um campo de batalha, até que você se aposenta da guerra. de cada final de guerra que você marcha para casa como um sobrevivente, você trás uma cicatriz e um troféu.
Eu lembro bem de todas as bombas, eu lembro bem de cada minuto de descanso. Eu lembro que antes eu sangrava, todos os dias eu sangrava, e o desejo de morte batia à porta todas as vezes que precisava dar adeus. Todas as vezes que precisava perder, sentia a decepção dos meus colegas de batalha, aqueles dentro da minha cabeça.
Quando consegui sair de dentro desse mundo, tentei tornar-me espectadora. Eu ainda olhava para as cicatrizes de vez em quando e o troféu não me significava muita coisa. Eu tinha perdido e estava reconstruindo sozinha, todos os cantos que ficaram devastados.
Quando pulei dentro de novo, não sangrava tão profundamente, tinha mais resistência. mesmo assim haviam arranhões e a gritaria ás vezes me ensurdecia. Quando tudo estava bem eu sorria bem grande, e quando não estava, poderia haver sangue alheio. Eu achava que era louca, completamente maluca, enquanto arrancava os cabelos para tentar descobrir o porquê de todos os acontecimentos.
Eu só os descobri depois que essa guerra acabou...
nessa guerra que não é de países e sim a guerra do amor, é a única maneira de vencer. Você descobre que o outro não é seu inimigo e sim sua rocha.
Parece simples, mas não é.
As cicatrizes ainda estão aqui, mas se tornaram parte do meu corpo. Agora vejo que me prepararam para algo maior que estava à caminho e posso dormir em paz.
o estresse ao mesmo um estado ignorante... acredita que tudo é uma emergência. nada é assim tão importante. eu fecho os olhos e grito, tão alto eu grito, e toda a raiva navega pelo ar, atingindo silenciosamente o estado de espirito dos meus inimigos. depois eu deito e flutuo e o sono me come. dentro do meu inconsciente me sinto mais confortavel, mas não estou segura. quem sabe os planos que minha mente bolou? quem sabe o que quer me mostrar dessa vez? quando estou dormindo não consigo acordar. nos meus sonhos eu só corro, mas não consigo chegar. parece que corro contra as ondas, contra a água, contra a gravidade. olha, meu grito se transformou em música! um piano tão acelerado e macabro... eu não consigo decifrar. minha curiosidade quase me mata, quero uma soluçãoo agora, antes que o sonho chegue ao fim. sento ao piano e toco algo mais calmo. não dou bola para as lembranças daqueles que eu detesto e mexo os dedos graciosamente. os porta retratos em cima do meu piano de calda perdem o rosto.a cor do cabelo começa a mudar, a janela se abriu sozinha. não compreendo, mas sorrio. sinto o coração menos pesado. quando acordo não estou mais doente, não estou mais com odio. o silencio que não abre a boca os machuca muito mais do que o grito que entra em seus ouvidos silenciosamente. logo agora que eu tinha desistido de os flagelar...
Algo entre uma santa e uma pilantra. Quero uma emoção paralítica. O mundo me viu brigar, agora vai me ver dormir.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Meu balanço
Por essa vez eu rasgo os bolsos e deixo tudo cair no chão. O que me satisfazia antes, já não me satisfaz mais. As filas de ovelhas empalhadas preocupadas em dançar e dormir, comendo carne mal passada, na sala de jantar, já não me cheiram bem. A procura no escuro por idêntidade, a obsessão por onipresença - estar em todos os lugares ao mesmo tempo - já não se categoriza mais à mim. E quando ponho os pés dentro das cavernas de luzes coloridas, tenho o único propósito de me divertir. no espelho enxergo eu mesma e não tento me encontrar em olhos e bocas alheias. Não encontro mais desafios. Me encontro novamente em uma fase com um piano de trilha sonóra. Não, não quer dizer que não fique por aqui, estourando os ouvidos alheios, com rock de boa e de má qualidade também. mas na minha alma toca um piano, um violino, um pássaro, uma ventania. O travesseiro é companheiro, durmo bem e, quando acordo fico à procura de programas completamente diferente para me excitar. Uma praia deserta, um vôo de asadelta, um bar sujo, um jantar de mafiosos, uma batalha de mcs... não estou assim mudada, estou aproveitando uma das minhas personalidades. e essa é uma que surge quando há muita segurança e muita paixão.
Prepare-se para o frio na barriga, prepare-se para cultivar borboletas dentro do estômago. O que você imaginou por todos esses anos está finalmente chegando. Você via as cenas na sua cabeça, você vibrava com todos os seus desejos. Colagens na parede sobre um futuro luminoso e agora cabe à você dar as mãos a ele. Está na hora de manter a cabeça no lugar, está na hora de olhar para dentro de ti. Está na hora de corrigir quaisquer erros passados teve, de manter os olhos na frente, enfim. O medo que vem junto com a excitação, faz com que tudo seja adrenalina. E a dor gostosa que se sente no peito, não poderia parar com morfina. Você está assustada, mas anseia pelo que virá depois. Precisa respirar fundo, se mostrar pro mundo, deixar de ser quem te assombrou. Começar com uma nova identidade, que ainda mostra o mesmo nome. Os rios estão se abrindo e você sabe que está com fome.
o nascimento de uma estrela é tão doloroso quanto o nascimento de uma criança.
Prepare-se para o frio na barriga, prepare-se para cultivar borboletas dentro do estômago. O que você imaginou por todos esses anos está finalmente chegando. Você via as cenas na sua cabeça, você vibrava com todos os seus desejos. Colagens na parede sobre um futuro luminoso e agora cabe à você dar as mãos a ele. Está na hora de manter a cabeça no lugar, está na hora de olhar para dentro de ti. Está na hora de corrigir quaisquer erros passados teve, de manter os olhos na frente, enfim. O medo que vem junto com a excitação, faz com que tudo seja adrenalina. E a dor gostosa que se sente no peito, não poderia parar com morfina. Você está assustada, mas anseia pelo que virá depois. Precisa respirar fundo, se mostrar pro mundo, deixar de ser quem te assombrou. Começar com uma nova identidade, que ainda mostra o mesmo nome. Os rios estão se abrindo e você sabe que está com fome.
o nascimento de uma estrela é tão doloroso quanto o nascimento de uma criança.
Paisagem dos dias de hoje
É, acho que é isso mesmo. Eu estava no caminho certo e entrei no
trêm errado. Estava de olhos abertos e sabia, mesmo que pouco, quais
seriam meus planos. Agora que estou na direção contrária, fico tentando
voltar, mas estou sentada movendo tão rápido, que não posso me mexer.
As idéias e os conceitos cairam da minha mão e rolaram pelos vagões. Os
meus sonhos foram parar em algum lugar que eu não conheço. Antes eu
estava tão certa e agora eu quase nem sei qual é o meu propósito. É que
dessa vez eu não fiz nada errado, é que dessa vez a vida que escolheu
fazer isso comigo. Talvez achasse que eu tinha demais, talvez achasse
que eu não merecia tanto, e agora tirou muito de mim. Tirou para quem
sabe me ensinar à dar valor. É só nesse beco sem saída que vou
encontrar uma razão, parece, mas para onde correr? Essas crises de
indigência social não me deixam dormir em paz e eu sabia que mais cedo
ou mais tarde eu voltaria aos velhos padrões e tropeçaria. Estava tudo
bem demais e a vida precisa me lembrar que as coisas não são assim.Tantas vezes eu tentei ir além mas só consegui ficar presa no espelho do meu umbigo. Agora eu preciso
pagar. Passar pelo inferno para chegar ao fim dele. Para ser um ser melhor.
E eu sei que no final tudo se resume à apenas isso; ou eu escolho ser alguém que culpa o passado por quem é, ou eu decido tomar controle e criar o alguém que quero ser no futuro.
trêm errado. Estava de olhos abertos e sabia, mesmo que pouco, quais
seriam meus planos. Agora que estou na direção contrária, fico tentando
voltar, mas estou sentada movendo tão rápido, que não posso me mexer.
As idéias e os conceitos cairam da minha mão e rolaram pelos vagões. Os
meus sonhos foram parar em algum lugar que eu não conheço. Antes eu
estava tão certa e agora eu quase nem sei qual é o meu propósito. É que
dessa vez eu não fiz nada errado, é que dessa vez a vida que escolheu
fazer isso comigo. Talvez achasse que eu tinha demais, talvez achasse
que eu não merecia tanto, e agora tirou muito de mim. Tirou para quem
sabe me ensinar à dar valor. É só nesse beco sem saída que vou
encontrar uma razão, parece, mas para onde correr? Essas crises de
indigência social não me deixam dormir em paz e eu sabia que mais cedo
ou mais tarde eu voltaria aos velhos padrões e tropeçaria. Estava tudo
bem demais e a vida precisa me lembrar que as coisas não são assim.Tantas vezes eu tentei ir além mas só consegui ficar presa no espelho do meu umbigo. Agora eu preciso
pagar. Passar pelo inferno para chegar ao fim dele. Para ser um ser melhor.
E eu sei que no final tudo se resume à apenas isso; ou eu escolho ser alguém que culpa o passado por quem é, ou eu decido tomar controle e criar o alguém que quero ser no futuro.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
As vezes eu acabo concordando que na minha certidão de nascimento deveria mesmo estar escrito OZ, ou que seja, Terra do Nunca. Onde foram parar meus 23 anos?
É feito tempo parado mas nunca perdido. É toda vez olhar para trás e achar realmente que a última festa foi a de 15. São os 6 anos sem meu pai por perto nunca terem acontecido. Foi ontem, eu de uniforme azul embaixo do meu prédio, que ele pegou a mala, entortou a boca e disse pra gente ser forte.
E eu nem sei se essa síndrome de Peter Pan me incomoda.
Pelo menos foi desse meu jeito atípico que camuflei as esperas mais longas e cruéis da minha vida. Vai ver foi esse o meu mecanismo utilizado para que tudo doesse menos e por menos tempo. Pra manter ainda disposto o coração.
O que de fato perturba é ter ainda a sensibilidade de uma criança. E o pior, junto de uma bagagem e a visão real do que é o mundo hoje.
Eu sofro demais com os animais abandonados e tenho a infeliz consciência de que salvar um só não irá resolver.
Eu simplesmente não me contextualizei na matéria de cegar certos sentimentos que a modernidade tanto exigiu. Pra mim é complicado entender que esmola não se dá e que grande parte da sociedade hoje não tem as mesmas chances que eu. E que palavra ridícula é essa chamada de sociedade!
Talvez eu tenha estagnado no tempo pelo fato de que sendo criança eu era maior que tudo. E eu podia salvar o mundo salavando a asa de um passarinho. E eu podia também dormir em paz dividindo apenas o saco de pipoca com o "menino de rua". E era mais fácil quando eu não entendia o porquê de tanta gente dormir na rua em dias que faziam tanto frio.
Com 22 anos eu acho horrível o meu discernimento. E não sei ainda e o difícil é crescer ou compreeender.
Então eu prefiro ficar assim, a banalizar o que pra mim não é aceitável. E recuso-me a ler em jornais e noticiários casos de homicídios, balas perdidas e miséria como se fossem meros classificados.
É sim a recusa pelos meus dias, pelo meus tempo, dessa minha infeliz história.
Que se danem os meus testes psicológicos! Eu vou estar na casa dos 60 com os mesmos fortes traços de infantilidade, desenhando botões coloridos em blusas e me sentindo insegura diante de um mundo em que sou uma estranha.
E que Deus me permita permanecer estranha em um mundo que se tornou tão estranho.
É feito tempo parado mas nunca perdido. É toda vez olhar para trás e achar realmente que a última festa foi a de 15. São os 6 anos sem meu pai por perto nunca terem acontecido. Foi ontem, eu de uniforme azul embaixo do meu prédio, que ele pegou a mala, entortou a boca e disse pra gente ser forte.
E eu nem sei se essa síndrome de Peter Pan me incomoda.
Pelo menos foi desse meu jeito atípico que camuflei as esperas mais longas e cruéis da minha vida. Vai ver foi esse o meu mecanismo utilizado para que tudo doesse menos e por menos tempo. Pra manter ainda disposto o coração.
O que de fato perturba é ter ainda a sensibilidade de uma criança. E o pior, junto de uma bagagem e a visão real do que é o mundo hoje.
Eu sofro demais com os animais abandonados e tenho a infeliz consciência de que salvar um só não irá resolver.
Eu simplesmente não me contextualizei na matéria de cegar certos sentimentos que a modernidade tanto exigiu. Pra mim é complicado entender que esmola não se dá e que grande parte da sociedade hoje não tem as mesmas chances que eu. E que palavra ridícula é essa chamada de sociedade!
Talvez eu tenha estagnado no tempo pelo fato de que sendo criança eu era maior que tudo. E eu podia salvar o mundo salavando a asa de um passarinho. E eu podia também dormir em paz dividindo apenas o saco de pipoca com o "menino de rua". E era mais fácil quando eu não entendia o porquê de tanta gente dormir na rua em dias que faziam tanto frio.
Com 22 anos eu acho horrível o meu discernimento. E não sei ainda e o difícil é crescer ou compreeender.
Então eu prefiro ficar assim, a banalizar o que pra mim não é aceitável. E recuso-me a ler em jornais e noticiários casos de homicídios, balas perdidas e miséria como se fossem meros classificados.
É sim a recusa pelos meus dias, pelo meus tempo, dessa minha infeliz história.
Que se danem os meus testes psicológicos! Eu vou estar na casa dos 60 com os mesmos fortes traços de infantilidade, desenhando botões coloridos em blusas e me sentindo insegura diante de um mundo em que sou uma estranha.
E que Deus me permita permanecer estranha em um mundo que se tornou tão estranho.
Breves Mudanças

Eu não sei ao certo porque isso vem me intrigando e mantendo meus olhos arregalados todos os dias ao dormir. Independente de prover da criação, ou da própria personalidade eu vivi 23 anos sendo assim. Não tinha porque me rebelar por algo que estava incorporado e o qual eu já havia me acostumado. Tão normal, que até as suas conseqüências eram aceitas. Eu já nem cobrava mais. Nem de mim, nem de terceiros.
Assim como lavar o rosto pela manhã, eu seguia acreditando nas pessoas. Se duvidar, senão mais banal.
Por achar fantástico o relacionamento humano, qualquer nova pessoa conhecida, automaticamente uma nova amizade. Entrega e carinho já fazia parte do pacote, sem adicionais. E fui dando cara, perna, braço e coração à tapa. Mesmo destruída e com cicatrizes ainda abertas, fui aceitando desafios. “Opa, pode entrar.” Sem esperar algum retorno, inconscientemente eu fui esquecendo do que foi aprendido sobre reciprocidade.
E não é que agora eu vá ficar só, até porque eu não acredito que a solidão dê certo. Mas digamos que foi aberta a temporada do auto questionamento e a boa nova é seleção. Parece-me apropriado iniciar o ano tomando essa atitude. É feito limpar o armário: o que é bom e ainda serve, fica.
É o momento certo para administrar quem terá o prazer e principalmente potencial para receber os meus cuidados.
E não é marketing, não. Mas se existe algo em que me tornei phd, foi na meteria dos ursinhos carinhosos. “Seja boazinha, trate com carinho e te submetas”.
Um breve comercial então.
Eu vou doar pra também receber. Caridade eu estou fazendo pra quem precisa. Não quero mais brincar dessa chatice de preocupação em vão. Parceria então, agora é objeto para colecionador.
Durante todos esses anos ninguém nem ao menos ressarciu meus analgésicos! E quem soube valorizar já nem deve mais estar me lendo. E sabe que eu manifesto um “obrigada senhor” todas as noites.
Agora ao restante, nem uma segunda chance. Eu estou ouvindo uma cabeça que enfim voltou a funcionar e dormindo em paz outra vez. Todos o peso morto adquirido em anos está à um passo de ser liquidado.
Façam as malas, meu signo mudou.
sábado, 1 de agosto de 2009
Imaturidade

Hoje eu me denomino hoje. Bem diferente de ontem, sem esperar com tanta ânsia o amanhã. Vou em pequenos passos. Provavelmente bem menores que a maioria dos de 1987. Há dias em que aqui só se empurra com a barriga, outros de revolução intensa. Como disse há poucos, o hoje, hoje sabe de quase nada e menos ainda de si. Perdeu um pouco da fé aparentemente inabalável, não casou e fraquejou em alguns dos seus valores. Conservou certos hábitos começando por aqueles que se referem aos poucos amigos. O hoje já aceita a mortalidade. Sentiu friamente que não é um ser intocável. Ainda crê no corpo fechado, adoece pouco, mas a vida andou mostrando que a tal mola precisa periodicamente ser lubrificada. Catalisou alguns dos seus sentidos nesse meio tempo. Enxerga perfeitamente bem, enxerga fundo, enxerga o que nem sempre deseja, mas continua mais surdo que uma porta. É mais direto que antigamente, já não trabalha mais tanto com entrelinhas. Vive de uns 3 amores e os animais ainda estão no topo dos que mais sensibilizam. A estrada continua sendo a válvula de escape perfeita e a saudade o vilão mais famoso. Perde o sono, perde o juízo, perde a chance de ficar quieto. O hoje simplesmente irrita quando a força do hábito fala mais alto e ele resolve entrar em crise com o tempo. Não quer crescer, quer colo, quer voltar pro colo da Mãe .O hoje é um incógnita previsível. Com sobra de falta de paciência e bunda grande. Que não sabe não ser tudo que é mesmo não sabendo exatamente o que seria. Com ele Deus fez tudo certo. Em especial quando resolveu jogá-lo aqui na versão mulher. Sabia que não daria certo em outro molde já que não tem saco nenhum. Está em constante e interminável processo de adaptação ao mundo. Sem muita ambição de sucesso quanto ao mesmo.
O hoje esses dias deu passos enormes em direção da normalidade. Daquilo que o mundo todo almeja. Um coração em paz, um trabalho que satisfaça e um bom lugar pra terminar um dia.
Como disse ele está bem diferente de ontem, o que pra esse caso vem a ser, muito melhor.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Fantasias
Olhe para mim, me diga o que você vê. me pinte de forma abstrata, deixe de fora meus traços e borre partes do meu rosto. mostre a imagem que eu não vejo, o que está fora de mim, o que nem o espelho é capaz de reproduzir. dê o nome que quiser e invente a era em que vivi. tragédia ou musa inspiradora, a escolha é sua. empilhe, exponha, faça o que quiser, mas faça. com toda urgência que o mundo permite. você sabe que não é só amor, querido. que pode levantar o interruptor. você sabe que provavelmente deveria ser, mas talvez deus tenha estragado tudo. ereção. esquentou no chuveiro, é um monumento no parque. é o pau de um rifle, uma memória no escuro. você tentou guardar segredo, mas agora o mundo vai saber. você tentou a perfeição.
as pessoas podiam fechar os olhos diante da grandeza, do assustador, da beleza, e podiam tapar os ouvidos diante da melodia ou de palavras sedutoras. mas não poderiam escapar ao aroma. pois o aroma é o irmão da respiração. como esta, ele penetra nas pessoas, elas não podem escapar-lhe caso queiram viver. e bem pra dentro delas é que vai o aroma, diretamente para o coração, distinguindo lá categoricamente entre atração e menosprezo, nojo e prazer, amor e ódio. quem dominasse os oderes dominaria o coração das pessoas. baile de máscaras, rostos de papel no desfile. baile de máscaras, esconda seu rosto para que o mundo nunca te encontre. baile de máscaras, cada rosto com uma sombra diferente. baile de máscaras, olhe em volta... há outra máscara atrás de você.
a princesa continua presa em sua torre.
o antigo cavaleiro perdeu sua luta.
bateu a cabeça, teve amnésia... já não sabe mais quem ela é.
próximo candidato?
o dragão continua soltando fogo.
as pessoas podiam fechar os olhos diante da grandeza, do assustador, da beleza, e podiam tapar os ouvidos diante da melodia ou de palavras sedutoras. mas não poderiam escapar ao aroma. pois o aroma é o irmão da respiração. como esta, ele penetra nas pessoas, elas não podem escapar-lhe caso queiram viver. e bem pra dentro delas é que vai o aroma, diretamente para o coração, distinguindo lá categoricamente entre atração e menosprezo, nojo e prazer, amor e ódio. quem dominasse os oderes dominaria o coração das pessoas. baile de máscaras, rostos de papel no desfile. baile de máscaras, esconda seu rosto para que o mundo nunca te encontre. baile de máscaras, cada rosto com uma sombra diferente. baile de máscaras, olhe em volta... há outra máscara atrás de você.
a princesa continua presa em sua torre.
o antigo cavaleiro perdeu sua luta.
bateu a cabeça, teve amnésia... já não sabe mais quem ela é.
próximo candidato?
o dragão continua soltando fogo.
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