Eu não sei ao certo porque isso vem me intrigando e mantendo meus olhos arregalados todos os dias ao dormir. Independente de prover da criação, ou da própria personalidade eu vivi 23 anos sendo assim. Não tinha porque me rebelar por algo que estava incorporado e o qual eu já havia me acostumado. Tão normal, que até as suas conseqüências eram aceitas. Eu já nem cobrava mais. Nem de mim, nem de terceiros.
Assim como lavar o rosto pela manhã, eu seguia acreditando nas pessoas. Se duvidar, senão mais banal.
Por achar fantástico o relacionamento humano, qualquer nova pessoa conhecida, automaticamente uma nova amizade. Entrega e carinho já fazia parte do pacote, sem adicionais. E fui dando cara, perna, braço e coração à tapa. Mesmo destruída e com cicatrizes ainda abertas, fui aceitando desafios. “Opa, pode entrar.” Sem esperar algum retorno, inconscientemente eu fui esquecendo do que foi aprendido sobre reciprocidade.
E não é que agora eu vá ficar só, até porque eu não acredito que a solidão dê certo. Mas digamos que foi aberta a temporada do auto questionamento e a boa nova é seleção. Parece-me apropriado iniciar o ano tomando essa atitude. É feito limpar o armário: o que é bom e ainda serve, fica.
É o momento certo para administrar quem terá o prazer e principalmente potencial para receber os meus cuidados.
E não é marketing, não. Mas se existe algo em que me tornei phd, foi na meteria dos ursinhos carinhosos. “Seja boazinha, trate com carinho e te submetas”.
Um breve comercial então.
Eu vou doar pra também receber. Caridade eu estou fazendo pra quem precisa. Não quero mais brincar dessa chatice de preocupação em vão. Parceria então, agora é objeto para colecionador.
Durante todos esses anos ninguém nem ao menos ressarciu meus analgésicos! E quem soube valorizar já nem deve mais estar me lendo. E sabe que eu manifesto um “obrigada senhor” todas as noites.
Agora ao restante, nem uma segunda chance. Eu estou ouvindo uma cabeça que enfim voltou a funcionar e dormindo em paz outra vez. Todos o peso morto adquirido em anos está à um passo de ser liquidado.
Façam as malas, meu signo mudou.
Algo entre uma santa e uma pilantra. Quero uma emoção paralítica. O mundo me viu brigar, agora vai me ver dormir.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
é estranho como você pode olhar para algo uma vez e ver uma coisa e depois olhar uma segunda vez e ver algo completamente diferente.
no silêncio ensurdecedor eu tento achar as respostas,
de quem diz mais quando se cala e quando vira as costas.
no meu grito em silêncio não sei se você consegue ver,
que faz tempo que eu perdi a vontade de saber.
Eu já aceitei
eu devia ter visto o que estava ali e não alguma luz sagrada.
nós representamos a comédia da vida, mas estamos mais mortos do que vivos.
cadáveres animados.
estou sem fôlego, meu desejo de prosseguir foi sincopado.
Perdi meu referencial numa dessas voltas
os amores são meros enlatados
Pegue o seu na prateleira, mas preste atenção no seu prazo de validade
terminando há um universo inteiro de latinhas
Parece que nesse momento eu perdi a minha fé
Não sei se gosto doque vejo, me sinto estranha
Talvez eu não me reconheça nesse momento
Baile de máscaras, tenho pensamentos controversos
pegue na minha mãe e depois largue, as pessoas sempre mentem
Ascedam as luzes, não consigo enxergar meu rosto.
no silêncio ensurdecedor eu tento achar as respostas,
de quem diz mais quando se cala e quando vira as costas.
no meu grito em silêncio não sei se você consegue ver,
que faz tempo que eu perdi a vontade de saber.
Eu já aceitei
eu devia ter visto o que estava ali e não alguma luz sagrada.
nós representamos a comédia da vida, mas estamos mais mortos do que vivos.
cadáveres animados.
estou sem fôlego, meu desejo de prosseguir foi sincopado.
Perdi meu referencial numa dessas voltas
os amores são meros enlatados
Pegue o seu na prateleira, mas preste atenção no seu prazo de validade
terminando há um universo inteiro de latinhas
Parece que nesse momento eu perdi a minha fé
Não sei se gosto doque vejo, me sinto estranha
Talvez eu não me reconheça nesse momento
Baile de máscaras, tenho pensamentos controversos
pegue na minha mãe e depois largue, as pessoas sempre mentem
Ascedam as luzes, não consigo enxergar meu rosto.
Depois de ficar engatinhando e fazendo pirraça, o dia finalmente chegou. O dia de agradecer por ser tão abençoada e poder desfrutar de um mundo mágico e distante como este.O fato é que sou a única pessoa capaz de traçar os próximos passos, os próximos lugares no mapa. Tenho uma alma aventureira, cigana, selvagem. Preciso estar sozinha pelo mundo para ter certeza de que estou em dia com a malandragem. Sem ela eu não sou nada. Preciso também encontrar inspiração, encontrar uma maneira de me reiventar quando voltar. mesmo que não esteja indo para índia, para a tailândia, ou para algum lugar que certamente proporciona epifanias, sei que estou indo em direção de uma resposta divina. Não sei o que vou encontrar, mas tenho minha intuição. só confio nela, pois pessoas são corruptas, e sigo sempre meu coração.
Nunca derrotada, mas sempre insatisfeita. Eu chego arrombando a porta e depois reclamo da dor. Preciso me perder o tempo inteiro para depois me encontrar. Preciso viajar para saber que ficarei arrasada ao voltar. Entrar em desespero, como se não fosse planejado, e buscar um novo plano mirabolante. Algo que me deixe agoniada por demorar, mas que me dê esperanças ao se aproximar. Isso aqui ficou pequeno, eu mal posso respirar. minha ambição é devastadora e não vai se calar. Eu quero ser sempre mais dura, melhor, mais rápida e mais forte.
Ultimamente eu não tenho tido saco algum para andar com gente jovem, indecisa e sem história. gente que não sabe o que quer da vida. posso ter vinte e poucos anos, mas já tenho fortes pontos de vista e mil histórias para contar. mesmo sabendo que ainda vou mudar muito durante a vida, pelo menos tenho certeza de que continuarei sendo honesta sobre quem sou e o que penso sem me importar com o cool ou o hype.
E mesmo quando fico quieta coisas acontecem. Enquanto certas pessoas se mostram decepcionantes e mentirosas, outras aparecem para iluminar minha vida. Ia pra sair daqui pra fazer uma coisa e acabei transcendendo em outra. Vi a face desesperada de uma pessoa medrosa e a face relaxada de um amor que nunca vai sair da validade.
Nunca derrotada, mas sempre insatisfeita. Eu chego arrombando a porta e depois reclamo da dor. Preciso me perder o tempo inteiro para depois me encontrar. Preciso viajar para saber que ficarei arrasada ao voltar. Entrar em desespero, como se não fosse planejado, e buscar um novo plano mirabolante. Algo que me deixe agoniada por demorar, mas que me dê esperanças ao se aproximar. Isso aqui ficou pequeno, eu mal posso respirar. minha ambição é devastadora e não vai se calar. Eu quero ser sempre mais dura, melhor, mais rápida e mais forte.
Ultimamente eu não tenho tido saco algum para andar com gente jovem, indecisa e sem história. gente que não sabe o que quer da vida. posso ter vinte e poucos anos, mas já tenho fortes pontos de vista e mil histórias para contar. mesmo sabendo que ainda vou mudar muito durante a vida, pelo menos tenho certeza de que continuarei sendo honesta sobre quem sou e o que penso sem me importar com o cool ou o hype.
E mesmo quando fico quieta coisas acontecem. Enquanto certas pessoas se mostram decepcionantes e mentirosas, outras aparecem para iluminar minha vida. Ia pra sair daqui pra fazer uma coisa e acabei transcendendo em outra. Vi a face desesperada de uma pessoa medrosa e a face relaxada de um amor que nunca vai sair da validade.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Chaplin
Vida
Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também já decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.
Amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!
Viva!!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" para ser insignificante.
Virou meu manual salva vidas!
Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também já decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.
Amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!
Viva!!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" para ser insignificante.
Virou meu manual salva vidas!
Texto Chaplin
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome: Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é: Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de: Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é: Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável, pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama: Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é: Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a: Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é: Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é: Saber viver!
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome: Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é: Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de: Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é: Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável, pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama: Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é: Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a: Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é: Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é: Saber viver!
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
garganta arranhada, mente acelerada, sonhos prometedores que beiram a defraudação. às vezes é frustrante ficar em comando da construção destas prateleiras. quando os prêmios começam a ser organizados por ordem alfabética, há algo de errado com a recompensa. e cada troféu que merece fede. e cada vez que ela pensa, treme. seu desejo é irracional, não prescinde de suas comodidades. ela é levada sem razão, seus olhos crescem sujos de ganância. palpitações, cobiça, lubricidade. mesmo com a nuvem negra que persegue suas conquistas, não há como tirar de cena a excitação. o incitamento ganha, a pele grita, berra, socorro, quer desmaiar. depois de alguns tapas bem fortes, depois que uma nova história tiver terminado. para juntar as palavras na prateleira, para observar o resultado e urgir por outra ridícula competição imaginária.
cale a porra da sua boca, garota. você simplesmente fala demais. agora durma, durma, durma. quem sabe assim consiga acordar humana.
cale a porra da sua boca, garota. você simplesmente fala demais. agora durma, durma, durma. quem sabe assim consiga acordar humana.
Amor não é a única palavra pra um romance
Eu não sei quando eu mudei para esse coração gelado
Eu tenho que esquentar para descongelar este gelo que congelou meu coração solitário
Eu gostaria de ser envolvida por esse calor mais que qualquer coisa sem duvida.
Eu vou fazer meus próximos dias serem cheios de risadas e alegria.
Eu fiquei meio pra baixo
Eu sou mais cruel do que eu pensei que fosse
Eu sou apenas um perdedor que no fim foi mais atencioso ao seu espírito
Eu não dou meu coração a nenhum motivo
Eu não quero perder meu tempo
Eu tentei amar minha solidão para escapar desta escuridão
Tristeza é o que eu odeio, mas faz aumentar minhas sensações
Lamentar me ensina como tomar qualquer decisão difícil
A paz está sempre ao meu lado
Mas eu nunca a sinto
Amor não é a única palavra para um doce romance
Bem, Eu estou assustada, assustada, assustada, morta de medo.
E eu estou assustada para seguir o meu caminho.
Bem, Eu estou assustada, assustada, assustada, morta de medo.
E digo a mim mesmo, sou especial até o fim.
Recordando meu coração quebrado, dolorido e rasgado por estes longos dias
E todas as recordações que eu quis esquecer por faze-las por impulso
Recordando, quebrando, doendo, chorando, tendo certeza para mim
E eu pego tudo e sorrio ao meu futuro do meu jeito
Amor não é a única palavra para um doce romance
Eu tenho que esquentar para descongelar este gelo que congelou meu coração solitário
Eu gostaria de ser envolvida por esse calor mais que qualquer coisa sem duvida.
Eu vou fazer meus próximos dias serem cheios de risadas e alegria.
Eu fiquei meio pra baixo
Eu sou mais cruel do que eu pensei que fosse
Eu sou apenas um perdedor que no fim foi mais atencioso ao seu espírito
Eu não dou meu coração a nenhum motivo
Eu não quero perder meu tempo
Eu tentei amar minha solidão para escapar desta escuridão
Tristeza é o que eu odeio, mas faz aumentar minhas sensações
Lamentar me ensina como tomar qualquer decisão difícil
A paz está sempre ao meu lado
Mas eu nunca a sinto
Amor não é a única palavra para um doce romance
Bem, Eu estou assustada, assustada, assustada, morta de medo.
E eu estou assustada para seguir o meu caminho.
Bem, Eu estou assustada, assustada, assustada, morta de medo.
E digo a mim mesmo, sou especial até o fim.
Recordando meu coração quebrado, dolorido e rasgado por estes longos dias
E todas as recordações que eu quis esquecer por faze-las por impulso
Recordando, quebrando, doendo, chorando, tendo certeza para mim
E eu pego tudo e sorrio ao meu futuro do meu jeito
Amor não é a única palavra para um doce romance
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